Benefícios do Amor

A chamada “vida plena”, pode ser medida pela capacidade de amar que cada ser humano expressa em suas atitudes. Muitos confundem o significado do amor. Isso é compreensível quando falamos de algo abstrato.

O amor é a extrema empatia, a vontade de proporcionar ao outro, nossas melhores e mais gostosas experiências, enfim, produzir para o mundo, aquilo que mais nos agrada quando nos fazem algo. Essa é a régua do amor.

Quando abordo o amor, falo do amor fraternal, em tempo integral e incondicional. O amor citado em tantos livros sagrados, sendo essência da maior religião ocidental, o cristianismo.

Muitos dizem que o amor faz sofrer. Na verdade, algo tão perfeito, maravilhoso e gostoso de se sentir, não pode conduzir ao sofrimento. O sofrimento ocorre em decorrência da má compreensão e ausência do amor. Lembre-se de quando praticou o “bem” ao próximo, sem querer nada em troca, pela simples vontade de ajudar. Como você se sentiu ao ter sido útil à alguém? A grande maioria, diz ter se sentido muito bem. Esse é o seu caso?

Esse sentimento tão bom, ocorre porque, quando praticamos o amor, somos “recompensados” pelo nosso organismo, com a produção de substâncias como a serotonina, endorfina, entre outras, substâncias essas, que promovem o bem estar e a saúde. Qualquer momento em que praticamos algo oposto ao amor, sofremos, entramos em conflitos com outras pessoas, nos estressamos e produzimos, desenfreadamente, substâncias como o cortisol, prejudiciais à nossa saúde física.

O amor traz consigo uma série de acessórios maravilhosos como atenção, compaixão, caridade que exterioriza efetivamente esse sentimento e, principalmente, o perdão.

Ao perdoarmos, nos livramos de uma prisão em que nos encarceramos, ao condenarmos o próximo. O perdão não só aos outros, mas a nós mesmos.

Dizem que a vingança é um prato que se come frio. Eu concordo e acrescento um único detalhe: é um prato de veneno.

Talvez, o auto perdão seja até mais difícil do que perdoar aos outros, porque quando nos condenamos, não nos permitimos a dúvida, uma vez que sabemos bem o que reside em nosso íntimo.

Mas e daí?

Uma pessoa não é o seu passado, seus erros e acertos em algum momento longínquo da linha do tempo. Somos mais que isso. Somos vida, somos transformação, somos inúmeras possibilidades, alternativas e oportunidades de nos recriarmos, somos uma célula divina e única que compõe um corpo chamado Universo ou, como quiser, Deus.

Quando alimentamos sentimentos destrutivos como ódio, mágoa, rancor e outros do gênero, nos tornamos hipócritas ao professarmos uma determinada religião como “obra do amor”, ao defendermos a ética, a moral, enfim, o bem. Enfim, o rancor é um lixo que alguém jogou da janela de um carro em uma via pública.

Temos algumas opções ao vermos uma cena desagradável como essa:

  • Jogar o lixo de volta para dentro do carro, dando o troco e criando um desequilíbrio ainda maior nos nossos sentimentos e nos sentimentos do outro, que talvez, nem tivesse noção do que tivera acabado de fazer, por não ter uma educação apurada como a nossa;
  • Pegar e colocar o lixo no bolso e lavá-lo para casa, permitindo que o mesmo suje nossa roupa enquanto o carregamos;
  • Ou pegá-lo e jogá-lo em um lugar apropriado, que é um cesto de lixo onde, dali, irá para algum ponto que não nos lembraremos mais.

Se você acha importante, informações como essa, mantenha-se antenado ao nosso blog, compartilhando com as pessoas que você conhece e que estejam precisando ou buscando mais amor, em suas vidas. Sinta os Benefícios do Amor.

Deixe um comentário